Gov Dilma e a classe trabalhadora
novo enem = democratização?
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| Protesto em São Paulo |
E isso fica muito claro quando vemos que a nota geral dos estudantes que cursaram o ensino médio particular no sudeste é 70,55 e a nota média dos estudantes que cursaram o ensino médio público no nordeste é de 44,93.
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| Protesto no Rio |
Pra isso mudar basta tratar a educação como prioridade e não como enfeite de campanha ou mercadoria. O Brasil é a 8 maior economia do mundo e pode oferecer ensino público básico e superior de qualidade para todos os seus jovens. Não há porque esperar menos!
O mito do Brasil do Futuro
Escrito por a escolher às 23:34
Arquivo: Crise, Desigualdade, política
Que Marina o quê!!!
Semana passada enviaram uns emails na lista do centro acadêmico do meu curso usando o e-mail proprietário. O teor era apologia a Marina Silva do PV. Ainda hoje não se sabe quem usou do privilégio de ter acesso ao e-mail proprietário para fazer isso. Tratei de responder o email:
Em primeiro lugar, não se deve usar do privilégio de ter acesso ao email proprietário da lista para enviar este tipo de email. Assuma que defende marina e envie com o próprio email.
Em segundo, serei curto pois tenho que sair daqui a pouco. Quem escreveu esse texto em apologia a Marina (PV) esqueceu de dizer que o PV tbm é governo pois faz parte da base de sustentaçãod o governo Lula. Inclusive ganhou ministério no esquemão do toma lá dá cá. Também esqueceu que a Marina foi ministra do Lula e esqueceu que ela era ministra do meio-ambiente. Quem escreveu omitiu deslavadamente que os transgênicos, a transposição do rio são francisco, a privatização da amazônia através de concessões de terra são todas medidas pautadas pelo lucro e não pela ecologia. Pra terminar, o vice dela é dono da Natura que sfore váriso processos por biopirataria. Grande ecologia... Além disso a Natura não tem trabalahdor, ela tem colaborador o que faz com que os "colaboradores" não tenham direitos trabalhistas.
Além disso, Marina já falou mais de uma vez que vai continuar o modelo econômico dos últimos 16 anos. Ora, uma das medidas mais imeditatas é o fim das políticas econômicas neoliberais que ampliam o saque às riquezas dos recursos naturais dos países mais pobres. Mas é claro que qualquer luta contra a devastação ambiental, ou que exija a criação de leis de proteção, vai contra as leis de mercado e se choca diretamente com os governos. Por isso, essa luta deve se articular com as demandas da classe trabalhadora e suas organizações, que constituem a força fundamental para qualquer transformação radical da sociedade.
O que a natureza precisa é de uma ecologia socialista. É de eco-socialismo!
Até a Burguesia começa admitir que crise continua viva e forte
Isso se reforçou com os últimos indicadores mostrando uma desaceleração no mercado de trabalho nos Estados Unidos, assim como a queda no ritmo da recuperação econômica da Ásia e o aprofundamento da crise na Europa. A recente reunião do G20 e a polêmica colocada: a necessidade de estímulos fiscais versus plano de ajustes, mostram que a crise está longe do fim, chega a um impasse e mostra sinais de recaída para o futuro próximo.
Nos Estados Unidos entre maio e junho foram criados 13 mil empregos quando eram esperados pelo menos 50 mil. Em contrapartida, 125 mil postos foram extintos. Já o mercado imobiliário se retrai à medida que o governo extingue sua política de estímulo. Os últimos 12 meses de acelerado crescimento refletiu no país a reposição dos estoques, vazios durante o período mais agudo da crise. O ritmo agora tende a diminuir, e o fim dos estímulos vai aprofundar essa desaceleração num momento em que a economia não consegue andar com as próprias pernas, colocando a perspectiva de uma nova recessão.
Já na Europa, cujo índice de desemprego na zona do Euro chega a 10%, os planos de ajustes vão aprofundar ainda mais a crise social que já explode em países como Grécia e Espanha. A Alemanha, maior economia e motor da União Europeia, detalhou seu plano de cortes nesse dia 5 de junho. O governo de Angela Merkel vai cortar o equivalente a R$ 171 bilhões em quatro anos, em uma série de medidas que inclui a demissão de 15 mil servidores públicos.
Tal cenário fez com que o prêmio Nobel de Economia e colunista do New Iork Times, Paul Krugman previsse uma nova fase recessiva e, mais que isso, uma nova depressão equivalente a 1929. Na verdade, o economista compara a atual crise à “longa depressão” de 1873, um período marcado por fortes instabilidades e recaídas. Para o colunista, essa terceira depressão do capitalismo vai ser o resultado da política econômica recessiva imposta pelos governos, que custará algo como “10 milhões de empregos”.
Krugman vem causando controvérsias com suas previsões consideradas catastrofistas. Os defensores dos planos de ajustes argumentam que o equilíbrio das contas públicas vai automaticamente gerar “confiança” nos mercados e ajudar a impulsionar novamente a economia. A realidade, porém, é que uma nova recessão, ou melhor, uma nova fase da crise está cada vez mais clara no horizonte.
E o Brasil?
Como ficou mais do que claro no final de 2008, o Brasil não é uma ilha. Se o país conseguiu evitar uma longa recessão através de pesados subsídios fiscais a bancos e empresas, ajudou para isso a rápida recuperação da demanda da China por minérios e demais commodities a volta do crédito.
O que está ficando mais certo, porém, é que o país não contará com as mesmas condições externas que tornaram possível o crescimento econômico dos últimos anos, apesar da política neoliberal. A demanda por commodities diminuirá, assim como o crédito e os investimentos diretos que, nos últimos meses, cobriram o déficit em conta corrente (prejuízo do que saiu e entrou no país).
Uma nova crise se desenha para o futuro e o país não terá as condições que o possibilitaram a retomar o crescimento. E também não terá Lula, ou seja, ficará mais difícil conter o movimento de massas na hora de impor planos de ajuste fiscal e reformas.
Escrito por a escolher às 11:20
Uma breve reclamação sobre escolas e universdades
Aldo Rebelo (PCdoB) por Kátia Abreu (DEM)
"O Aldo é um exemplo muito interessante para o Brasil (...) A gente se entende não é de agora. Gosto de repetir que, se não fosse o Aldo Rebelo, ainda não teríamos transgênico funcionando no Brasil"
Senadora Kátia Abreu (DEM-TO)
O deputado sequer faz questão de manter algum cuidado para esconder sua relação com os ruralistas. Uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo mostra que o relatório de Aldo Rebelo foi elaborado com a participação de uma consultora jurídica do agronegócio. Segundo o jornal, a advogada Samanta Piñeda recebeu R$ 10 mil pela consultoria, pagos com dinheiro da verba indenizatória de Rebelo e do presidente da comissão especial, Moacir Micheletto (PMDB-PR). Samanta Piñeda é consultora jurídica da frente parlamentar da agropecuária.
Os ruralistas são gratos a Aldo Rebelo. Toda sua generosidade poderá ser vista após as eleições outubro, numa consulta no site do TRE onde se poderá ver quem financiou a campanha do deputado do PCdoB.
Trecho estraído do sítio do PSTU.
Uma resposta à Aldo Rabelo
Dia desses assinei um daqueles e-mails que o greenpeace está toda hora divulgando para conseguir mais assinaturas. O destinatário era o deputado Aldo Rabelo. A surpresa foi que veio uma resposta dele para mim
(claro, uma resposta padrão e eu fui um dos muitos que a recebeu) e isso me instigou a escrever esta resposta para ele:
Li com atenção sua resposta. Julgo poder fazer certas considerações quanto ao que foi pautado.
As modificações pretensas no código florestal devem-se a pressão de grandes empresas e bancos que, muitas vezes, são estrangeiros. Conhece o código ambiental aprovado ano passado na assembléia de SC? Usaram os pequenos agricultores como massa de manobra para aprovarem mudanças na lei, permitindo uma maior devastação da natureza (código ambiental?), visando o interesse dos grandes agricultores e das grandes empresas (estrangeiras ou não). O mesmo se deu com a mp 422 que legalizou a grilagem de terra. Sem contar a permissão de concessão de terras na amazônia para interesses privados. E os transgênicos?
Todas essas medidas, inclusa a "flexibilização" do código ambiental e da lei de crimes ambientais, atentam contra a soberania do brasil e dos brasileiros e correspondem aos interesses dos países ricos (os quais o senhor citou) e da classe dominante brasileira que vive de gerenciar negócios estrangeiros.
A roupa nacionalista que senhor veste ao acusar ingerência externa do greenpeace (sede holanda) e de defender a agricultura e pecuária contra os interesses dos países ricos cai por terra ao ver os próprios finaciadores de sua campanha - a roupa socialista cai igualmente, mais uma vez. Dentre os financiadores encontramos empresas estrangeiras (multinacionais) e empresas brasileiras com capital estrangeiro além de empresas que construíram sua história devastando o meio ambiente.
Entre os financiadores podemos destacar a votorantim, camargo corrêa, csn e caemi mineração (grupo vale), somando tudo da 50% dos fundos da campanha que o elegeu. Essa política de um peso e duas medidas desmascara a roupagem nacionalista e expõe verdadeira camisa que o senhor defende.
A carta do Aldo Rabelo:
Saudações!
Recebi uma carta em seu nome produzida pela organização holandesa
Greenpeace, cujo conteúdo não esclarece as razões pelas quais a Câmara
dos Deputados constituiu uma Comissão Especial destinada a oferecer
parecer sobre as diversas propostas de alteração da legislação
florestal brasileira.
A carta do Greenpeace mente e manipula
informações, confundindo pessoas que não acompanham o debate sobre o
assunto.
O primeiro esclarecimento é que a Comissão, longe de querer alterar o
Código Florestal, tenta apenas corrigir alterações por ele sofridas e
que tornaram inaplicáveis os dispositivos modificados, a maioria deles
por medida provisória, portarias e resoluções que nunca foram
discutidas nem pelo Congresso ou pela sociedade brasileira.
O Código Florestal brasileiro, embora datado de 1965, é uma lei boa e
defensável, alterada por interesses contrários aos objetivos do Brasil
e do povo brasileiro a partir da pressão de ONGs como a holandesa
Greenpeace - e outras com sede no exterior - cujas agendas nada têm a
ver com aquilo que interessa ao Brasil.
As propostas de alteração da legislação têm origem diversa: desde as
apresentadas por deputados ligados à agricultura familiar,
seringueiros da Amazônia ou da grande agricultura prejudicada pela
concorrência desleal dos países ricos, que subsidiam seus agricultores
e financiam suas ONGs para atuar no Brasil.
O Brasil possui mais de 5 milhões de proprietário agrícolas, em imensa
maioria de pequenos e médios produtores, 90% deles na ilegalidade por
não conseguirem cumprir a lei em vigor. Hoje, até a prática indígena
de fermentar a raiz da mandioca em um igarapé ou o prosaico costume de
retirar uma minhoca na beira do rio para uma pescaria tornou-se
atividade ilegal.
Pela lei, 75% da produção do arroz em várzea
tornou-se proibida, a plantação de bananas no Vale do Ribeira
encontra-se na mesma situação e os ribeirinhos do Amazonas,
impossibilitados de sobreviver porque vivem e tiram seu sustento em
áreas vedadas pela legislação atual.
Diante de tal situação, fui indicado relator em um acordo
suprapartidário envolvendo todos os integrantes da Comissão, de todos
os partidos, com exceção do PSOL e do PV. Organizamos audiências
públicas em 19 Estados, ouvimos mais de 300 pessoas - representantes
de ONGs, órgãos ambientais, universidades, Embrapa, produtores, entre
outros. ONGs como a multinacional holandesa Greenpeace, ou as
brasileiras SOS Mata Atlântica e Instituto Socioambiental (ISA) foram
ouvidas mais de uma vez, além de dezenas de outras ONGs nacionais,
estaduais e municipais.
Confesso que fiquei estarrecido com o que vi por todo o Brasil.
Pequenos agricultores vendendo suas propriedades ou trocando-as por um
carro usado ou um barraco na periferia das cidades em razão de não
terem mais acesso ao crédito da agricultura familiar por não
conseguirem cumprir a lei.
No Mato Grosso, por exemplo, no município
de Querência, 1.920 pequenos agricultores assentados do INCRA estão
sem crédito, sem estradas para levarem seus filhos às escolas,
enquanto em um outro município próximo, 4 mil pequenos agricultores,
também assentados, encontram-se na mesma situação.
Que crime
cometeram? Simplesmente ocuparam 80% de suas propriedades deixando 20%
de reserva florestal, cumprindo a lei.
Quando a lei foi alterada
recentemente e passou a exigir 80% de reserva, obrigou o agricultor a
reflorestar aquilo que a lei anterior autorizara a usar para a
agricultura. Acontece que a despesa com reflorestamento torna-se maior
que o valor da propriedade, depreciado pela situação de ilegalidade.
Na comunidade do Flexal, na reserva indígena Raposa-Serra do Sol, as
autoridades apreenderam os instrumentos usados pelos índios para
fermentar (pubar) a raiz da mandioca por causa da liberação do ácido
cianídrico.
Poderia ampliar indefinidamente os exemplos de abusos e absurdos
contra a agricultura e os agricultores (pequenos, médios e grandes), o
que prometo fazer em mensagens seguintes.
Por enquanto desejo apenas
reafirmar o meu compromisso com o meio ambiente e com o ideal de um
País que construiu a sua história, preservando a natureza.
A título de
exemplo, enquanto o Estado do Amazonas dispõe de 98% do seu território
coberto por vegetação nativa, a Holanda do Greenpeace não chega a
0,3%, o que a ONG batava considera mais do que o suficiente, já que
não consta de sua plataforma, em seu país de origem, qualquer
reivindicação de reserva legal ou área de preservação permanente.
Em
mensagens próximas, falarei do verdadeiro interesse dessa ONG, que
concentra todos o seus esforços em cercar a Amazônia brasileira, pouco
ligando para desastres ambientais urbanos que atingem milhões de
brasileiros.
De qualquer forma, o conteúdo do debate sobre o Código
Florestal você pode encontrar no seguinte endereço:
http://www2.camara.gov.br/
Como último esclarecimento, ao contrário do que insinua a ONG
holandesa, nunca integrei a bancada da agropecuária, chamada
ruralista, embora deputados do meu partido e de outros partidos de
esquerda a integrem como parte do esforço de defender a agricultura e
a pecuária do Brasil contra os interesses dos países ricos.
Atenciosamente,
Aldo Rebelo
Deputado Federal PCdoB-SP
Por que tanto tempo sem postagens?
Olá! A minha série de reflexões em O Brasil do Futuro e a Crise do Presente ainda não está acabada, pois falta a parte que falaria sobre a situação socio-econômica da Grécia. Pra completar, é uma avaliação em constante desenvolvimento, nesses últimos dias a crise do capital tá tendo um novo pico nos países ricos mais pobres da Europa. Tanto é que ontem as principais bolsas do mundo e do Brasil terminaram em grande queda. No Brasil foi -3,43%, mas nos países latinos da Europa a queda chegou a ser até de 6%. Além disso, as mobilizações por melhores salários e condições de trabalho e contra os planos econômicos que nada mais faz que transferir as consequencias para as costas dos trabalhadores.
Também tenho em mente escrever sobre uma reportagem que li que fala sobre como seria o professor ideal. Professor ideal é aquele que formar alunos de sucesso... já da pra ter uma idéia do que se trata. Ainda defende o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação que é mais uma fabricalização da educação) e o salário baseado no índice de aprovação (número de estudantes que passam de ano).
Enfim, a razão pela qual o blog está parado por tanto tempo deve-se ao meu pc que estragou mais uma vez. A tecnologia parece também avançar no sentido de diminuir ainda mais a durabilidade dos produtos.
Escrito por a escolher às 12:53
Duas Cidades em uma Cidade
> O imortal <
Escrito por a escolher às 21:01
Arquivo: Desigualdade
Chuva escancara desigualdade urbana
Escrito por a escolher às 20:45
Arquivo: Desigualdade
O Brasil do Futuro e a Crise do Presente 3
O Brasil do Futuro e a Crise do Presente 2
Segundo o BC, essas remessas somarão 32 bilhões de dólares no mínimo. No ano passado foi 24,3 bilhões de dólares de deficit. Além disso a dívida pública saltou de 61 bilhões de reais para 1,68 trilhão no período de 1995 -2008 e em 2008 os juros para rolar essa dívida representaram 30,5% de toda a arrecadação tributária do país (Auditoria Cidadã).
O Brasil do Futuro e a Crise do Presente
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Video muito legal e engraçado sobre a crise financeira:
Crise Financeira Explicada
Eleições
Alguns dias atrás vi a propaganda política do PCB na tv e eles trouxeram um dado muito interessante: que os 10% mais ricos conseguiram ficar mais ricos ainda. Tá, e daí? Isso me inspirou para escrever um testinho bem rápido sobre nossas eleições de cartas marcadas:
propaganda PSTU
propaganda PCB
A miséria moral de ex-esquerdistas
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É inquestionável que Emir Sader seja um pensador mas suas opiniões e análises políticas são muito questionáveis. Ainda mais quando ele teima em tratar o PT do século 21 como se fosse o PT da década de 80. O PT de hoje trabalha para o bem estar justamente de Marinhos,Civitas, Frias, Mesquitas da vida. Poderíamos até acrescentar muitos outros nomes tais como Eike Batistas, José Alencares e, até mesmo, José Dirceus. As atitudes do PT e de seus políticos já deixaram muito claro que este partido não representa os trabalhadores. E, como Emir Sader bem observou, o PT precisa mostrar, o tempo todo, à direita que agora podem contar com ele, na primeira fila, para combater o que ele foi um dia.
É até irônico. O PT foi eleito devido a sua história de luta junto aos trabalhadores mas, agora que está no poder, faz questão de renegar seu passado a todo momento. E é trágico ver que entre Serra, Marina e Dilma só há diferença na aparência. A substância é a mesma, os interesses por trás deles são os mesmos.
Primeira postagem
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Escrito por a escolher às 23:10








